Síndrome do pânico

A síndrome do pânico é um dos tipos de transtorno de ansiedade que pode ocasionar a ocorrência de crises de pânico, que geralmente afetam muito negativamente a vida cotidiana dos indivíduos e podem intensificar os transtornos psicológicos que estejam associados à sua ocorrência.

É crucial que a preocupação com a saúde mental seja prioridade para os indivíduos, pois a presença desses transtornos geralmente é menosprezada por ter sintomas que podem ser invalidados pela sociedade, fazendo com que se torne ainda mais difícil para o paciente tanto lidar com as crises quanto buscar por ajuda.

Não se sabe exatamente o que desencadeia a síndrome do pânico, e suas crises não acontecem em nenhum momento específico, fazendo com que o gerenciamento das mesmas por um indivíduo que não tem apoio nem acompanhamento psicológico possa ser extremamente estressante. Por isso, conheça mais sobre os sintomas e entenda como pode proceder para um tratamento.

Sintomas

A síndrome do pânico geralmente ocorre em crises que podem ter a duração de mais ou menos dez minutos, fazendo com que o indivíduo afetado possa sentir dificuldade ao respirar, um suor excessivo, náuseas e dores na região do estômago, ondas de calor e calafrios semelhantes com a febre e formigamento na região das mãos e dos pés.

É também muito comum que a pessoa sinta uma dor na região do peito, aliada a batimentos cardíacos acelerados, bem como a sensação de estar sendo sufocado, o que pode acarretar a sensação de que está prestes a morrer, bem como uma sensação de medo exacerbada.

Um dos fatores que faz com que o indivíduo consiga caracterizar a síndrome do pânico ao descrever os ataques para o diagnóstico realizado por um médico especializado é o grande medo de que a crise ocorra novamente.

Causas

Os médicos ainda não sabem exatamente o que pode ser considerada a causa específica da síndrome do pânico, mas há alguns fatores que, quando aliados, podem tornar o indivíduo propenso a desenvolver a doença, entre eles se encontram a genética, o estresse exacerbado, um temperamento forte e irritável que permite altos níveis de estresse, a algumas alterações químicas na forma como o cérebro funciona.

Uma das coisas que faz com que seja extremamente difícil para que os médicos consigam estabelecer uma razão para o desenvolvimento da síndrome do pânico é que as situações onde as crises acontecem geralmente não tem qualquer indício de perigo, que seria utilizado como um motivo para a reação do organismo.

É crucial que o indivíduo que apresentar os sintomas previamente descritos realize a busca por um diagnóstico com um profissional especializado, que pode ser, na maioria das vezes, um psicólogo ou psiquiatra, para que o tratamento seja realizado de forma correta.

Tratamento

O foco no tratamento de síndrome do pânico é fazer com que os sintomas possam ser aliviados e as crises possam ser minimizadas em sua frequência, possibilitando a recuperação mais rápida do paciente. A psicoterapia é a forma de tratamento mais indicada para os pacientes, pois ela irá tratar as razões psicológicas pelas quais as crises são motivadas.

É muito importante que o paciente tenha o acompanhamento com um psicólogo anterior à administração de medicamentos, tanto para entender qual a necessidade do mesmo, quanto para que os remédios possam ser administrados de acordo com qualquer transtorno psicológico que possa estar associado às crises de pânico.

Esse tratamento também será de extrema importância para que o paciente consiga gerenciar de forma eficaz a ocorrência das crises, entendendo que as mesmas estão acontecendo e conseguindo viver a vida normal sem o medo de que um novo ataque ocorra, progredindo em sua melhora ao longo da duração do tratamento.

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